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quarta-feira, 25 de setembro de 2013

Ligação entre o Mal de Parkinson e pesticidas é oficialmente reconhecida na França

Mais uma para a lista da Monsanto: Mal de Parkinson!
A França reconhece a relação dos agrotóxicos da Monsanto com o Mal de Parkinson em agricultores!
O estabelecimento do nexo de causalidade entre a doença – segunda maior doença neurodegenerativa na França depois do Alzheimer – e a utilização destes agrotóxicos trouxe a inclusão da doença de Parkinson na lista de doenças ocupacionais e gera o direito à indenização para os doentes.
Para Yves Cosset, médico do trabalho e assistente nacional de saúde da Mutual de Sallud de los Agricultores (MSA), as listas de doenças ocupacionais na agricultura estão evoluindo com o conhecimento da ciência:
"A maioria das doenças relacionadas aos agrotóxicos vai ocorrer em intervalos diferentes: 10, 20, 30 anos após o início da utilização. Na medicina do trabalho começou a falar do amianto na década de 1960 e este produto só foi mencionado nessas listas de 1998 sobre o câncer. Portanto, não se deve excluir a possibilidade de que outras doenças possam surgir e só serem reconhecidas no futuro”.
Em caso de dúvida, o mais sensato é evitar, certo?
Por um mundo mais consciente, inteligente e responsável

 
É um passo adiante no reconhecimento das doenças ocupacionais dos agricultores. Na segunda-feira, 07 de maio, entrou em vigor um decreto que reconhece o Mal de Parkinson como doença ocupacional e estabelece explicitamente um nexo de causalidade entre a doença – segunda maior doença neurodegenerativa na França depois do Alzheimer – e a utilização de pesticidas.
A reportagem é de Angela Bolis e está publicada no jornal francês Le Monde, 09-05-2012. A tradução é do Cepat.
Um passo a mais porque nessa área, em reinava até agora a lei do silêncio, a tomada de consciência dos efeitos dos produtos fitossanitários sobre a saúde dos agricultores apenas está começando a emergir. E a dar os seus frutos. Em fevereiro, a vitória de um produtor de grãos, Paul François, que havia movido um processo contra a gigante norte-americana Monsanto, abriu um precedente na França. A empresa foi julgada responsável pela intoxicação do produtor através da inalação quando estava limpando o tanque de seu pulverizador de herbicidas, o Lasso – retirado do mercado em 2007, na França. Os riscos do uso deste herbicida já eram conhecidos há mais de 20 anos.
Alguns dias mais tarde, já eram dezenas de produtores a se manifestar no Salão da Agricultura, em frente à estante da União das Indústrias da Proteção das Plantas (UIPP). Suas reivindicações: a classificação de doenças relacionadas ao uso de pesticidas em doenças ocupacionais e a retirada de produtos perigosos.
No dia 30 de abril, foi outra decisão, aquela da Comissão de Indenização das Vítimas de Infração (Civi) de Epinal, que veio trazer água para o moinho: naquele dia, o Estado foi condenado a indenizar um produtor de grãos de Meurthe-et-Moselle que sofre de uma síndrome mieloproliferativa. Inicialmente reconhecida como doença profissional, a patologia foi então associada pela Civi ao uso de produtos que continham especialmente benzeno.
Um decreto “ansiosamente aguardado”
Nesta paisagem que lentamente começa a evoluir, o decreto sobre o reconhecimento do Mal de Parkinson foi, portanto, “ansiosamente aguardado”, observa Guillaume Petit. O agricultor pertence à Associação de Fitovítimas, criada em março de 2011, e com a qual Paul François foi um dos primeiros a quebrar o silêncio, atacando a Monsanto. Ele esperou quatro anos para ter sua doença reconhecida como doença ocupacional. “Quantos veem seu pedido negado? Quantos inclusive chegam a abandoná-lo devido às dificuldades?”, perguntou após a criação desta Associação.
A inclusão do Mal de Parkinson nas listas de doenças ocupacionais do sistema agrícola facilitará, portanto, os esforços para os agricultores em quem esta doença será diagnosticada em menos de um ano após a utilização dos pesticidas - o texto não especifica quais. “É um reconhecimento oficial que já é importante em termos simbólicos”, observa Guillaume Petit. “Mas também é um caminho para o agricultor ser apoiado financeiramente, no caso de incapacidade de continuar trabalhando”.
Em 10 anos, cinco doenças ligadas aos pesticidas são reconhecidas
Até agora, de acordo com Yves Cosset, médico do trabalho e assistente nacional de saúde do Mutual de Saúde dos Agricultores (MSA), apenas 20 casos do Mal de Parkinson foram relatados aos comitês de reconhecimento de doenças ocupacionais em uma década. Dez foram aceitos e outros 10 rejeitados. No mesmo período, apenas quatro ou cinco casos da doença foram oficialmente reconhecidos como causados por pesticidas.
No total, são 4.900 doenças que são reconhecidas a cada ano como doenças profissionais entre os agricultores. Mais de 90% são TMS (distúrbios osteomusculares); os demais casos estão relacionados principalmente aos animais e ao pó de madeira ou amianto, de acordo com Yves Cosset.
Nas listas de doenças ocupacionais do sistema agrícola, há, por exemplo, a doença de Lyme – causada por carrapatos –, tétano ou hepatite. Mas também algumas doenças relacionadas aos produtos fitossanitários. É particularmente citado, desde 1955, o arsênico, responsável por vasta gama de doenças – irritação, intoxicação ou câncer. Ou ainda o benzeno, classificado como cancerígeno, e o pentaclorofenol (PCP), proibido como pesticida desde 2003.
Mas, lembra Yves Cosset, “estas listas estão evoluindo com o conhecimento da ciência. No entanto, a maioria das doenças relacionadas aos pesticidas vai ocorrer em intervalos diferentes, dez, vinte, até trinta anos após o início da sua utilização. Na medicina do trabalho, começou-se a falar do amianto na década de 1960 e este produto só foi mencionado nestas listas em 1998 para os cânceres. Por conseguinte, não é de excluir que outras doenças possam surgir e sejam reconhecidas em anos futuros...”.

terça-feira, 24 de setembro de 2013

O que é pecuária orgânica?



Afim de esclarecer algumas dúvidas,  elaboramos um pequeno resumo sobre o que é a Pecuária Orgânica. Rápido e direto. Confira:
Princípios
A Pecuária Orgânica é baseada em um tripé que envolve a não contaminação da água, a produção ambientalmente correta e a atividade socialmente justa.
Não confunda Boi Orgânico com Boi Verde. 
Boi Orgânico: está inserido em um sistema agroecológico. Sua produção não utiliza agrotóxicos, adubação química, utilização rotineira de antibióticos e práticas danosas ao meio ambiente, tais como: queimadas e desmatamentos.  Além disso, o boi orgânico deve ser certificado.
Boi Verde: é a denominação para animais explorados a pasto, mas sem restrição quanto ao uso de tecnologias geradoras de resíduos poluentes.
Integração
Pecuária Orgânica exige uma visão holística, integradora. Recursos naturais, animal e homem devem conviver de forma harmoniosa e saudável.  Entre as práticas estão: rotação de cultura, adubação verde, controle biológico de pragas e integração pecuária-floresta-agricultura.
Bem-estar animal
Garantir qualidade de vida ao animal, por meio de uma alimentação saudável, espaço físico adequado, fácil acesso à água, e prevenção de doenças, é uma das diretrizes da pecuária orgânica.
Certificação
Para ser orgânico, deve-se cumprir as normas do MAPA, estabelecidas na IN-46, de 06/10/2011, Regulamento Técnico para os Sistemas Orgânicos de Produção Animal e Vegetal.
Tempo de Conversão:
6 meses a 4 anos. Depende do histórico de exploração convencional.
Para conferir o artigo completo, publicado na Animal Business, da SNA, clique AQUI

Uma mudança possível

Apenas 0,8% da produção agrícola no Brasil é orgânica. Ainda é um número muito baixo, mas que tem aumentado. O crescimento desse tipo de cultivo tem atingido a marca de 20% ao ano.

“É possível. Existem muitas experiências e temos que mostrá-las”, ressalta Kátia Karam, representante do Slow Food do Cerrado. “A principal razão de ser do documentário ‘Brasil Orgânico’ é contar as histórias dessas pessoas que fazem esse tipo de trabalho. Sabendo da força do agronegócio, queríamos reforçar o valor desses produtores”, explica Licia Brancher, diretora do filme ao lado de Kátia Kloch, lançado este ano e exibido na segunda noite do Slow Filme.

O documentário mostra histórias de sucesso de cultivo orgânico nos diferentes biomas do Brasil. E o processo de retorno à cultura orgânica é associada a dois fatores sociais: uma revalorização profissional do agricultor, que atrai os jovens de volta ao campo e, ao mesmo tempo, fortalece a agricultura familiar.

“Eu trabalhei 17 com agricultura convencional, até que percebi que estava perdendo a saúde e dinheiro”, conta Juarez Pereira, um dos entrevistados do filme.

Outro ponto bastante reiterado ao longo do festival é que comer orgânico é uma opção por um estilo de vida. “É também uma escolha do consumidor, de comer as frutas e legumes na época que elas dão no Brasil. Não faz muito sentido comer uma manga que venha da Ásia, faz?”, alerta Pedro Paulo Diniz, o único grande produtor de orgânico mostrado.

Diferença que se sente no sabor
E não faz sentido mesmo. Na manhã deste sábado nós fomos à chácara Mar e Guerra, conhecer o trabalho desenvolvido pelo seu Geraldo Veiga. Já chegamos nos encantando: uma mesa repleta de frutas frescas do lugar nos aguardava. Pude experimentar o famoso cajuzinho do cerrado – uma versão mini da fruta, de sabor e doçura concentrados -, jambo e tamarindo doce, frutas típicas da daqui que eu ainda não havia conhecido. 
 
Pude ainda voltar à infância e degustar jatobá, outro fruto típico do cerrado que era um dos meus prediletos quando pequena, mas que é muito difícil de encontrar nas cidades, e as primeiras jabuticabas que começavam a amadurecer em um pé carregado.
 
Seu Geraldo nos mostrou todo o seu sistema de cultura, das mudas à compostagem, passando pela lavoura, pela horta e pela criação de galinhas e porcos. Chamou atenção o sistema desenvolvido para absorver a “água cinza” da casa (a do chuveiro e das pias): um círculo de  bananeiras que é regado constantemente. “Aqui em casa somos cinco pessoas e recebemos muita gente e sempre foi suficiente, as bananeiras nunca ficaram encharcadas”, garantiu seu Geraldo.
 
O resultado de todo esse cuidado pudemos sentir no almoço oferecido por ele e sua família: saladas frescas e saborosas, arroz com frango, arroz e feijão, escondidinho de brócolis e os dois destaques, a moqueca de caju e uma deliciosa quiche verde. Para acompanhar, sucos de caju e tamarindo. Estava tudo tão gostoso que a blogueira aqui esqueceu de tirar foto!


No fim das contas, só podemos chegar à conclusão de que orgânico é realmente bem trabalhoso, mas é também muito mais natural. “A gente reproduz o que a natureza faz”, disse seu Geraldo explicando sobre compostagem. E assim as coisas funcionam de forma harmônica. O resultado vale muito à pena.
 
 

http://www.viagemgastronomica.org/2013/09/uma-mudanca-possivel_15.html

brasileiro é contra agrotóxicos e a favor de pequeno produtor, diz pesquisa

Do UOL,    em   São Paulo   
Para 79% dos brasileiros entrevistados numa pesquisa, hoje a produção agrícola é conduzida de forma irresponsável. O estudo foi apresentado pela Syngenta, multinacional da área de químicos e plantas geneticamente modificadas.
A pesquisa, que ouviu 500 brasileiros, teve como foco um público com ensino superior, alta renda e bom acompanhamento da mídia, e foi realizada no Brasil e em mais 12 países.
De acordo com o estudo, 24% dos brasileiros apoiam o uso de tecnologias como pesticidas, fertilizantes e transgênicos.
Os defensivos agrícolas ou agrotóxicos são vistos com desconfiança por 83% dos entrevistados no Brasil, que acham que eles deveriam ser menos utilizados. De todos os países pesquisados, apenas a França tem uma taxa maior, de 88%.
O uso de transgênicos é mais polêmico; no Brasil, 43% acham que eles deveriam ser menos utilizados, enquanto 38% acham que seu uso deveria aumentar.
Apesar da rejeição a esses produtos, 78% dos entrevistados no Brasil afirmaram ser favoráveis ao uso de tecnologias para "ir ao encontro da crescente demanda por alimentos mundialmente", informou a pesquisa da Syngenta.

Entrevistados apostam em grandes produtores para alimentar a população

A maior parte dos entrevistados, 84%, acredita que deve ser dada prioridade às práticas agrícolas locais e orgânicas. Em tese, elas usam menos agrotóxicos, mais mão de obra, propriedades menores e gastam menos combustível com transporte, já que estão mais perto dos consumidores.
Para 93% dos entrevistados, mais hortas comunitárias deveriam ser utilizadas, enquanto para 91%, deveria haver crescimento da agricultura orgânica. Ao mesmo tempo, mais mão de obra também deveria ser utilizada para 81% dos entrevistados. Nos três quesitos, o Brasil tem a maior taxa de todos os países pesquisados.
Apesar disso, 37% dos entrevistados apontaram os grandes agricultores como aqueles com o maior potencial para atender às "demandas de produção de uma população mundial crescente". Com isso, eles ficariam bem à frente dos pequenos produtores (16%), das hortas comunitárias (9%), dos produtores orgânicos (6%) e do cidadão individual (6%).
Em segundo lugar entre os mais aptos para "alimentar o mundo" estaria, segundo os brasileiros, o governo, apontado por 26% dos entrevistados. Para 71%, eles seriam os grandes responsáveis pela segurança alimentar do mundo, seguidos pelos produtores (10%) e pelas empresas (7%).

Brasileiros são contrários à derrubada de florestas para aumentar o plantio

A maior parte dos entrevistados, 77%, não está disposta a abrir novas áreas naturais para produzir mais alimentos. Ao invés disso, mais terras cultiváveis deveriam ser utilizadas, afirmaram 76%.
O Brasil foi um dos países onde mais os entrevistados demonstraram preocupação com o meio ambiente no mundo; 30% dos entrevistados nacionais elegeram a proteção do meio ambiente como a maior preocupação global. Um destaque parecido foi dado pela China (44%), Índia (37%) e Rússia (36%).
A maioria dos países pesquisados deu mais destaque para as mudanças climáticas. Essa foi a principal preocupação de 26% dos americanos, 23% dos argentinos e 30% dos alemães, por exemplo.

sexta-feira, 13 de setembro de 2013

Agrotóxico e Saúde Pública - estudo

Pela primeira vez na história foi realizado um estudo completo e de longo prazo para avaliar o efeito que um transgênico e um agrotóxico podem provocar sobre a saúde pública. Os resultados são alarmantes.

O transgênico testado foi o milho NK603, tolerante à aplicação do herbicida Roundup (característica presente em mais de 80% dos transgênicos alimentícios plantados no mundo), e o agrotóxico avaliado foi o próprio Roundup, o herbicida mais utilizado no planeta – ambos de propriedade da Monsanto. O milho em questão foi autorizado no Brasil em 2008 e está amplamente disseminado nas lavouras e alimentos industrializados, e o Roundup é também largamente utilizado em lavouras brasileiras, sobretudo as transgênicas.

O estudo foi realizado ao longo de 2 anos com 200 ratos de laboratório, nos quais foram avaliados mais de 100 parâmetros. Eles foram alimentados de três maneiras distintas: apenas com milho NK603, com milho NK603 tratado com Roundup e com milho não modificado geneticamente tratado com Roundup. As doses de milho transgênico (a partir de 11%) e de glifosato (0,1 ppb na água) utilizadas na dieta dos animais foram equivalentes àquelas a que está exposta a população norte-americana em sua alimentação cotidiana.

Os resultados revelam uma mortalidade mais alta e frequente quando se consome esses dois produtos, com efeitos hormonais não lineares e relacionados ao sexo. As fêmeas desenvolveram numerosos e significantes tumores mamários, além de problemas hipofisários e renais. Os machos morreram, em sua maioria, de graves deficiências crônicas hepato-renais.

O estudo, realizado pela equipe do professor Gilles-Eric Séralini, da Universidade de Caen, na França, foi publicado ontem (19/09) em uma das mais importantes revistas científicas internacionais de toxicologia alimentar, a Food and Chemical Toxicology.

Segundo reportagem da AFP, Séralini afirmou que “O primeiro rato macho alimentado com OGM morreu um ano antes do rato indicador (que não se alimentou com OGM), enquanto a primeira fêmea, oito meses antes. No 17º mês foram observados cinco vezes mais machos mortos alimentados com 11% de milho (OGM)”, explica o cientista. Os tumores aparecem nos machos até 600 dias antes de surgirem nos ratos indicadores (na pele e nos rins). No caso das fêmeas (tumores nas glândulas mamárias), aparecem, em média, 94 dias antes naquelas alimentadas com transgênicos.

O artigo da Food and Chemical Toxicology mostra imagens de ratos com tumores maiores do que bolas de pingue-pongue. As fotos também podem ser vistas em algumas das reportagens citadas ao final deste texto.

Séralini também explicou à AFP que “Com uma pequena dose de Roundup, que corresponde à quantidade que se pode encontrar na Bretanha (norte da França) durante a época em que se espalha este produto, são observados 2,5 vezes mais tumores mamários do que é normal”.

De acordo com Séralini, os efeitos do milho NK603 só haviam sido analisados até agora em períodos de até três meses. No Brasil, a CTNBio (Comissão Técnica Nacional de Biossegurança) autoriza o plantio, a comercialização e o consumo de produtos transgênicos com base em estudos de curto prazo, apresentados pelas próprias empresas demandantes do registro.

O pesquisador informou ainda que esta é a primeira vez que o herbicida Roundup foi analisado em longo prazo. Até agora, somente seu princípio ativo (sem seus coadjuvantes) havia sido analisado durante mais de seis meses.

Um dado importante sobre esse estudo é que os pesquisadores trabalharam quase que na clandestinidade. Temendo a reação das empresas multinacionais sementeiras, suas mensagens eram criptografadas e não se falava ao telefone sobre o assunto. As sementes de milho, que são patenteadas, foram adquiridas através de uma escola agrícola canadense, plantadas, e o milho colhido foi então “importado” pelo porto francês de Le Havre para a fabricação dos croquetes que seriam servidos aos ratos.

A história e os resultados desse experimento foram descritos em um livro, de autoria do próprio Séralini, que será publicado na França em 26 de setembro sob o título “Tous Cobayes !” (Todos Cobaias!). Simultaneamente, será lançado um documentário, adaptado a partir do livro e dirigido por Jean-Paul Jaud.

Esse estudo coloca um fim à dúvida sobre os riscos que os alimentos transgênicos representam para a saúde da população e revela, de forma chocante, a frouxidão das agências sanitárias e de biossegurança em várias partes do mundo responsáveis pela avaliação e autorização desses produtos.

Com informações de:

Etude unique, la plus longue et la plus détaillée sur la toxicité d’un OGM et du principal pesticide – CRIIGEN, 19/09/2012.

EXCLUSIF. Oui, les OGM sont des poisons ! – Le Novel Observateur, 19/09/2012.

Estudo revela toxicidade alarmante dos transgênicos para os ratos –

AFP, 19/09/2012.

Transgênicos matam mais e causam até três vezes mais câncer em ratos, diz estudo – UOL, 19/09/2012.

Referência do artigo:

“Long term toxicity of a Roundup herbicide and a Roundup-tolerant genetically modified maize”. Food and Chemical Toxicology, Séralini G.E. et al. 2012.


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POR UM BRASIL ECOLÓGICO,
LIVRE DE TRANSGÊNICOS & AGROTÓXICOS
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http://aspta.org.br/2012/09/o-fim-da-duvida/